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Marketing Digital para e-commerce: 7 estratégias para vender mais

e-commerce

Para que o e-commerce tenha sucesso, também é importante investir em estratégias de marketing digital, pois através delas é possível promover produtos ou serviços no ambiente digital.

Diferentes ações e estratégias são utilizadas para alcançar os objetivos de vender mais, fidelizar clientes, aumentar visibilidade, gerenciar a marca, engajar colaboradores e mais.

Nos deparamos com algumas empresas que são cases de sucesso de marketing digital, e às vezes nos perguntamos qual será o segredo para alcançar o sucesso. 

Grandes marcas brasileiras como Magazine Luiza, Havaianas e Dove, por exemplo, são corporações que criam novas ideias e formatos para gerar valor e se destacar da concorrência. 

Quer saber como o marketing digital pode te ajudar a se tornar uma empresa promissora? Continue conosco, hoje vamos destacar 7 dicas indispensáveis de estratégias de marketing para o seu e-commerce crescer mais.

Boa leitura!

O que é marketing digital e e-commerce?

O marketing digital para e-commerce é realizado através de um conjunto de estratégias, que quando somadas e aplicadas geram resultados muito promissores para o comércio eletrônico.

Como sabemos, todo negócio tem seus pontos positivos e negativos, independente da segmentação. 

Com isso, as técnicas que são realizadas no marketing são pensadas de forma estratégica para que as dores e problemas sejam solucionadas, e suas forças reconhecidas pelo público.

É através das ferramentas utilizadas no marketing para e-commerce que as grandes marcas criam posicionamentos, engajamento, fidelizam clientes, vendem mais e ganham visibilidade.

Como o e-commerce tem se transformado com o marketing digital?

e-commerce estratégias

O marketing digital tem sido uma alternativa interessante e vantajosa para o negócio, que inclusive abrange qualquer segmentação de mercado.

Foi divulgado no site E-commerce Brasil que no ano de 2021 o e-commerce brasileiro apresentou um faturamento recorde, ultrapassando R$ 161 bilhões

Esse dado demonstra o avanço do e-commerce, e que essa tem sido para as empresas uma nova forma de fazer negócio. Entretanto, vale lembrar que o mercado digital é extremamente competitivo, e uma das maneiras de se destacar é investindo em marketing digital.

O que deve ser observado pelas empresas é que o digital está se transformando cada dia mais, e a tendência é que as pessoas se adaptem ainda mais aos novos formatos de compra e venda.

E como sabemos, o comércio precisa estar nos mesmos lugares que seu público, criando posicionamentos e identificação.

Quais as melhores estratégias de marketing para e-commerce?

marketing digital

O sucesso do e-commerce é algo sonhado por todos os empreendedores, entretanto colocam de lado as ferramentas fundamentais de marketing digital.

É essencial investir nas estratégias eficientes para obter os melhores resultados, vejamos algumas delas:

1. Tráfego pago

Nos deparamos com anúncios diariamente quando acessamos a internet, seja em sites ou em redes sociais. Essas são estratégias para fazer com que as pessoas visitem um site, uma loja ou uma página através das veiculações de campanhas que são realizadas em plataformas específicas.

Em outras palavras, o tráfego pago é um investimento fundamental para as empresas, pois através dele é possível atrair potenciais clientes para conhecer, relacionar com a marca e comprar.

Funciona da seguinte maneira: primeiro é preciso realizar um planejamento e estudo sobre o público-alvo, segmentação de campanha, tipo e formato de veiculação e as plataformas de canais onde os anúncios irão aparecer.

Após essas etapas, têm que ser escolhido o orçamento e como ele será cobrado, visto que existem duas formas, o CPC e CPM.

O CPC é uma sigla que representa o custo por clique, que significa que a empresa precisará pagar cada vez que houver uma interação (clique) na campanha veiculada, sendo essa uma opção bastante significativa para quem busca gerar conversões (visitas na página).

O CPM é o custo por mil impressões, que significa pagar apenas quando houver a visualização de mil pessoas no anúncio. Neste caso, é indispensável investir mais em anúncios relevantes, para que o reconhecimento da marca ganhe mais visibilidade no mundo online.

Para gerar tráfego pago, existem algumas plataformas disponíveis, sendo o Google Ads mais conhecido e mais utilizado. Entretanto, existem outras plataformas, como a do Facebook Ads, Instagram Ads, YouTube Ads, LinkedIn Ads e Taboola. 

2. Inbound Marketing

Inbound marketing é uma excelente estratégia de conteúdo voltada para públicos específicos, relacionando e atraindo leads qualificados.

Através de conteúdos relevantes e de valor, é possível atrair, engajar e manter uma boa fidelização com o público. Assim, os objetivos de atração, conversão, venda e encantamento são atingidos.

Em outras palavras, podemos entender que o inbound marketing são ações que atraem clientes que tenham interesse em comprar serviços ou produtos de uma determinada empresa, por isso que dizemos que o lead é qualificado (contato capturado que demonstrou interesse ou intenção).

Portanto, vale lembrar que para conquistar esse contato, o conteúdo de qualidade é indispensável, pois é ele quem conquista a atenção de potenciais consumidores, transformando a marca em uma referência e autoridade no assunto.

3. Estratégia de cross-selling e upselling

Cross-selling significa venda cruzada em português. Esta é uma estratégia muito importante para um e-commerce, e para compreendermos melhor, podemos mencionar as ocasiões em que realizamos a busca por algum produto na internet.

Nestes casos, aparecem itens semelhantes ou relacionados ao que adicionamos ao carrinho. Por exemplo, se uma pessoa adicionar à sacola do site um tênis, ela também vai começar a receber as ofertas e descontos de itens relacionados, como meias, palmilhas e outros acessórios.

Já no caso do up selling, o objetivo é fazer com que o usuário troque os itens por outros superiores. Esta é uma ação que pode funcionar muito bem, caso o desconto do produto seja vantajoso. 

4. Taxa de conversão 

A taxa de conversão trata-se de uma métrica fundamental para o e-commerce, pois é através dela que pode ser entendido como está o retorno de cada investimento realizado.

São formas de medir as estratégias que estão sendo realizadas, para que assim as ações possam ser aprimoradas, para que a empresa tenha melhores resultados.

O cálculo é basicamente assim, dividimos o número de visitas pelo número de conversões. A depender dos resultados, algumas estratégias são repensadas.

O ideal aqui, é que seja compreendido que aumentar a taxa de conversão, pode dobrar vendas.

5. SEO

SEO é uma sigla pequena, mas é uma estratégia que impacta positivamente os negócios.

Search Engine Optimization ou “otimização para motores de busca” em português, são otimizações realizadas no site, nos blogs e em páginas da web. O intuito é fazer com que os buscadores orgânicos sejam aprimorados. 

Quando fazemos uma pesquisa no Google, os links das páginas aparecem são as que têm mais visibilidade e cliques, pois as estratégias de SEO foram aplicadas da maneira correta.

Isto significa: conteúdo de qualidade, boa usabilidade do site, utilização de palavras-chaves, tags, imagens, vídeos, descrições e outras técnicas.  

Leia também: como alcançar o topo do Google em 2022.

6. Escalar a equipe de marketing

Um time de marketing tem experiência em entender quais estratégias e ações de marketing devem ser aplicadas para cada tipo de negócio.

Para que um comércio eletrônico possa ter os melhores resultados, é ideal aplicar todas essas técnicas que mencionamos ao decorrer do conteúdo. Essa é uma tarefa que requer estudos e análises de uma equipe mais ampla, onde cada profissional ficará responsável por demandas e etapas diferentes.

Uma agência de marketing digital, por exemplo, tem toda a estrutura necessária para campanhas, veicular ações e monitorar resultados.

As vantagens de investir em uma agência são: 

  • Desenvolve o relacionamento duradouro com o público;
  • Cria fidelização da marca;
  • Transforma dados em ações estratégicas;
  • Aumenta a credibilidade do e-commerce;
  • Auxilia o cliente na tomada de decisão de compra;
  • Promove maior confiança no planejamento e nas execuções das ações.

7. Analisar resultados

Mensurar os resultados é importante para que os indicadores possam ser interpretados. A partir disso, as decisões de um planejamento são tomadas para trazer sucesso.

Como sabemos, não se faz um planejamento de marketing sem antes ter um objetivo e analisar quais resultados seriam mais eficazes. Por este motivo, é ideal ter um panorama geral da empresa e de cada detalhe dela.   

Marketing digital como um diferencial para o seu e-commerce

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O e-commerce deve ter o marketing digital aplicado para que as vendas sejam impulsionadas. 

Através das estratégias que você pôde acompanhar durante o conteúdo, é possível divulgar serviços ou produtos para alcançar novos clientes, sendo o custo mais baixo, se comparado aos investimentos em revistas impressas, TV, rádio e outros meios de comunicação tradicionais.

Comece a otimizar os seus resultados! Acesse nosso blog e aprenda a ter bons retornos financeiros no seu e-commerce.

Até a próxima!

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O que é E-commerce? Tipos, como funciona e como criar o seu, na prática!

e-commerce

O e-commerce é um setor que tem sido fundamental para as empresas. Com o avanço da internet e da tecnologia, a facilidade permite novas formas de fazer negócios.

Entretanto, é importante ressaltar que o e-commerce vai muito além de apenas uma compra e uma venda.

Através de suas modalidades, é possível adquirir muitas vantagens, como ter um menor custo operacional, ganhar maiores chances de vender, fidelizar o público, ter acesso a resultados e muito mais.

Outro ponto positivo é que o e-commerce tem uma versatilidade grande, ou seja, pode ser aplicado em diferentes tipos de segmentação de mercado.

No artigo de hoje, você verá quais são os tipos de e-commerce, como funciona, qual a sua importância e os dados que apontam o seu crescimento no mercado. Continue conosco para descobrir como gerenciar o seu e-commerce da forma correta.

Boa leitura!

O que é e-commerce?

Também conhecido como comércio eletrônico, o e-commerce vem crescendo no mercado para oferecer às empresas uma nova forma de fazer negócios.

Enquanto consumidores, sabemos como as compras digitais têm sido práticas, uma vez que não é mais necessário se locomover e perder tempo para adquirir um determinado produto ou serviço.

Negociações e atendimentos online estão disponíveis, sendo essa execução resolvida em questão de poucos minutos, basta ter acesso à internet.

A realidade do cenário da covid-19 no Brasil pode ter contribuído com o crescimento do e-commerce, dado que nos vimos de quarentena, tendo que realizar compras na modalidade online.

Segundo a NeoTrust, o Brasil no ano de 2020, marcou 301 milhões de compras online. Isto significa uma alta de 68,5% em comparação ao ano anterior.

Isto posto, já podemos mencionar como o e-commerce pode trazer para as empresas vantagens relacionadas às vendas e ao relacionamento com cliente, pois é uma ótima oportunidade de fazer negócios.

Qual é a importância do e-commerce e como ele funciona?

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Como podemos ver durante o artigo, o e-commerce é uma oportunidade de negócio muito promissora, não é atoa que as grandes marcas se adaptam a modalidade online.

A internet rompe as barreiras geográficas, sendo esse um fator muito importante para as empresas, uma vez que é possível vender para diferentes públicos, independente da localização.

Além disso, o e-commerce funciona 24 horas, sendo que os clientes não precisam esperar para serem atendidos, pois têm atendimento online, que no primeiro momento pode ser realizado através do chatbot.

Tudo se torna muito prático e rápido, e é justamente isso que o consumidor hoje busca. 

O relatório da Zendesk demonstrou que a agilidade é um fator prioritário para 56% dos gerentes de atendimento, isso porque as empresas devem proporcionar experiência ao cliente para obter sucesso.

O e-commerce pode ser criado das seguintes maneiras: começar uma loja virtual do início, usando as plataformas de marketplace ou contratando uma plataforma online de compra e venda que realize personalizações.

Leia também: Marketing Digital para e-commerce: como gerar resultados na sua loja virtual.

Quais são os tipos de e-commerce?

Para compreendermos em quais modelos de e-commerce se encaixa em cada tipo de negócio, importante mencionar B2B, B2C, C2C, C2B, B2A, D2C e outras modalidades, vejamos: 

Business to business (B2B)

O modelo de negócio B2B é realizado de empresa para empresa. Como exemplo, podemos citar algumas situações desse modelo, como uma consultoria jurídica que realiza serviços para bancos ou uma fábrica que vende materiais para montadoras de carros.

Business to consumer (B2C) 

Este modelo é o mais comum, significa “empresa para consumidor” em português. Serviço ou produtos são vendidos de forma direta para o comprador. O B2C tem a forma de transação mais simplificada e um mercado amplo.

Consumer to consumer (C2C) 

No caso do e-commerce C2C ou “consumidor para consumidor”, a negociação de compra e venda é realizada entre os consumidores. Ebay, o Enjoei e o Mercado Livre são exemplos de sites que são utilizados para realizar este tipo de negócio.

Consumer to business (C2B) 

Ao contrário do que acontece no modelo B2B, que explicamos anteriormente, o C2B tem a transação realizada entre pessoa física e pessoa jurídica. É ainda pouco conhecido no mercado, porém o e-commerce tende a crescer ainda mais, e este cenário do C2B pode expandir.  

Business to administration (B2A)

A sigla B2G (Business to Governmen) também é conhecida por este modelo, pois estamos nos referindo a venda de produtos ou serviços entre empresas governamentais através de licitação (concorrência pública). Por exemplo, existem empresas de engenharia prestando serviços para obras do Governo, portanto elas se encaixam no comércio B2A.

Direct to consumer (D2C)

D2C (Direct to Consumer) ou na tradução livre para a nossa língua “direto ao consumidor” é uma comercialização realizada diretamente com o consumidor, sem que haja a necessidade do envolvimento de terceiros. 

O D2C cresceu muito nos últimos anos, dado o avanço do e-commerce. Uma prova disso é que tanto a China quanto os EUA, dominaram o mercado D2C, conforme o levantamento divulgado pela CB Insights.

M-Commerce

Sabemos como o celular tem sido algo prático em nossas vidas, e por este motivo o Mobile commerce, ou m-commerce, são as vendas online realizadas através de dispositivos móveis, como smartphones e tablets. 

O segmento está ganhando força, principalmente depois que as vendas começaram a ter sucesso em aplicativos e jogos. 

S-Commerce

Traduzido para o português, social commerce é um segmento que explora as relações e as experiências de compras nas redes sociais. Em outras palavras, o S-commerce explora as pesquisas que são realizadas pelo público antes de tomar a decisão de compra.

Por este motivo, é de fundamental importância que as empresas marquem presença no ambiente virtual, pois a busca por produtos e serviços também ocorre nas redes sociais.

T-Commerce

Ao assistir algo na televisão, já nos deparamos com banners ou QR codes na parte inferior de um programa, ou de uma publicidade, não é mesmo? Essa é uma modalidade do T-commerce, também conhecido como comércio de televisão.

São abordagens interativas que são realizadas com o telespectador. As grandes marcas que trabalham com tecnologia para televisão digital já estão desenvolvendo avanços para o crescimento dessa modalidade. 

Como começar a criar o meu e-commerce?

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Agora que já mencionamos aqui todas as modalidades de e-commerce, é importante ressaltar que, para começar a criar o comércio eletrônico, é indispensável realizar estudos, planejamento de marketing e de logística, investimentos e escolher plataformas.

Esses são alguns passos realizados para criar um e-commerce do zero. Para tanto, vale buscar o auxílio de profissionais que dominam o assunto e sabem aplicar as estratégias certas para o comércio online vender mais.

Não adianta criar um e-commerce que não traz resultados, pois neste caso os investidores se sentem frustrados e não tem retorno financeiro.

Descubra como gerenciar o seu e-commerce da forma correta e impulsione as vendas online, acompanhe nossos conteúdos no blog.  

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Marketing Digital para e-commerce: como gerar resultados na sua loja virtual

Para que o e-commerce se destaque e saia na frente da concorrência, é fundamental desenvolver uma estratégia de Marketing Digital.

Segundo a pesquisa da Opinion Box, o hábito de fazer compras online continua em grande crescimento. 86% dos entrevistados afirmaram que têm esse hábito. Além disso, desses, 37% fazem compras online mensalmente e 23% compram semanalmente.

Assim como em um negócio físico, no online, você também precisa estar presente, ter um bom atendimento, se relacionar com seu público e, principalmente, planejar estratégias para vender e divulgar sua marca. 

Com ações bem planejadas, é possível diferenciar a sua marca e atingir os clientes ideais para o seu negócio, aumentando sua presença online e, consequentemente, suas vendas. 

O marketing digital para e-commerce se tornou uma ferramenta extremamente eficiente. Neste artigo, vamos te explicar o que é, qual a sua importância e como utilizar o marketing digital para gerar resultados na sua loja virtual.

O que é Marketing Digital? 

O Marketing Digital é um termo utilizado para representar um conjunto de estratégias que são utilizadas para promover produtos e empresas no ambiente online.

As pessoas utilizam a internet para adquirir produtos, contratar serviços e fazer pesquisas, certo? Por isso, foi preciso criar ferramentas que pudessem captar e processar tendências e comportamentos no mundo digital e, assim, aperfeiçoar os negócios.

Entre os canais mais utilizados, estão as redes sociais, buscas no Google, e-mails e sites que conectam as empresas com o público que já têm e os potenciais clientes, também conhecidos como leads.

Conforme o relatório State of Mobile 2022, publicado pela App Annie, os brasileiros são os usuários que mais passam tempo no celular. Com 5,4 horas por dia, a média lidera o ranking global.

Grande parte desse tempo é em redes sociais, sendo que o TikTok, Instagram, Facebook, WhatsApp e Telegram foram os apps mais baixados do ano.

No Marketing Digital, podem ser utilizadas diferentes ações e canais digitais, cada um com sua estratégia e objetivo. Contudo, o intuito principal é solucionar as dores, necessidades e desejos do público-alvo do seu negócio.

Para isso é feita uma comunicação direta e personalizada com as pessoas certas, na hora certa, com a finalidade de fortalecer relacionamentos, consolidar marcas e gerar novas oportunidades de vendas.

Com isso, o Marketing Digital contribui diretamente para o crescimento das suas vendas e do seu e-commerce como um todo. Além disso, é um investimento acessível para pequenos e médios negócios também. 

Por que investir em Marketing Digital para e-commerce?

O mercado digital é extremamente competitivo, para destacar o seu e-commerce é fundamental investir em marketing digital. Pois, as estratégias são desenvolvidas para atrair e reter as pessoas que podem se interessar por seus produtos ou serviços.

Afinal de contas, não adianta apenas criar um site e uma página nas redes sociais e não saber como utilizá-los a seu favor. A função do marketing para o e-commerce vai além da divulgação, também é importante para trazer segurança e confiança sobre sua marca para os consumidores.

Por exemplo, destacar-se nos mecanismos de buscas pode aumentar a quantidade de acessos à sua loja virtual e, consequentemente, o número de vendas. 

São muitas as vantagens de investir no marketing digital para e-commerce, como:

  • Aumento da visibilidade;
  • Aumento do índice de vendas;
  • Gerar credibilidade;
  • Reduzir o CAC (Custo de Aquisição de Clientes);
  • Relacionamento com o público-alvo;
  • Fidelização do cliente;
  • Ótimo custo-benefício.

Como fazer marketing digital para e-commerce?

Em meio a tantas opções disponíveis na internet é preciso fazer com que seu e-commerce se destaque. Por isso, as estratégias de marketing digital serão suas aliadas nessa tarefa. 

Existem cada vez mais recursos para promover sua empresa no ambiente online, mas é importante definir ações que condizem com os seus propósitos e, consequentemente, com as necessidades do seu público-alvo.

Conheça as principais estratégias de Marketing Digital e como utilizá-las no seu negócio:

Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo é uma tendência em constante crescimento e que traz inúmeros benefícios para os e-commerces, sendo uma das principais estratégias de Marketing Digital.

O objetivo é criar e divulgar conteúdos relevantes e de valor para atrair, engajar e fidelizar o seu público-alvo. Assim, sua marca ganha autoridade e consegue gerar novos negócios.

O conteúdo pode ser criado em diferentes formatos, como posts nas redes sociais e artigos para blogs. O mais importante é que sejam voltados para atender as dores e interesses das suas personas no estágio do funil de vendas em que elas se encontram.

Por exemplo, se seu e-commerce é de roupas, você pode atrair potenciais clientes que estão no topo do funil com dicas e tendências de looks, posicionando seu negócio como uma referência no universo da moda, além de ajudar seu público com informações valiosas.

Esses conteúdos podem ser disponibilizados em um blog, que comprova como sua empresa entende bastante do assunto e é uma ótima ferramenta para atração de visitantes. Pode ser mais simples apresentando algumas dicas ou mais técnico com descrição de produtos. 

É fundamental fazer a descrição dos produtos no seu site, mas sempre aplicando estratégias de SEO para que o Google possa rankear seu e-commerce da melhor maneira possível na busca orgânica. 

Inbound Marketing

O objetivo do Inbound Marketing é atrair, converter, vender e encantar as personas de um negócio. A estratégia é criada por meio do Marketing de Conteúdo, que já explicamos acima.

Portanto, é uma ótima opção se você deseja que sua marca seja encontrada por seus futuros clientes. Afinal, ao contrário do outbound marketing (processo de prospecção ativa), o inbound atrai potenciais clientes por meio da identificação e geração de demanda.

Ao invés de interromper o cliente com publicidades, a proposta do inbound é apresentar a sua marca de forma orgânica para quem está em busca de informação. 

Para isso é utilizado o funil de vendas, ou seja, os potenciais clientes precisam ser nutridos — recebendo conteúdos e interagindo com a marca de maneira crescente, terminando apenas quando a venda é realizada. 

Os conteúdos são direcionados para as suas personas e as etapas em que elas se encontram no funil de vendas (topo, meio e fundo). O funil representa o caminho trilhado por um consumidor até realizar a compra.

SEO

SEO (Search Engine Optimization, que em português significa otimização para mecanismos de busca, é um conjunto de práticas para melhorar seu posicionamento nos resultados orgânicos dos mecanismos de busca. 

Ou seja, o objetivo é otimizar seu site para alcançar os primeiros resultados em ferramentas como o Google. De acordo com a pesquisa feita pela Hubspot, 61% dos profissionais de marketing dizem que melhorar o SEO e aumentar o tráfego orgânico é a prioridade do inbound marketing.

É muito importante que o seu e-commerce tenha uma boa visibilidade e seja facilmente encontrado pelos consumidores. Assim, você conquista mais oportunidades de venda para o seu negócio.

Vale ressaltar que o SEO é uma estratégia de médio à longo prazo, o tempo para alcançar bons resultados é de no mínimo 3 meses. Porém, são resultados que valem a pena, pois você aumenta as visitas sem ter nenhum custo e ainda tem visitantes mais dispostos a efetuar a compra.

Algumas práticas de SEO que você pode utilizar no seu e-commerce são:

  • Definir palavras-chave estratégicas;
  • Inserir as palavras-chave nas suas páginas; 
  • Criar URLs curtas, diretas e amigáveis; 
  • Ter páginas rápidas e responsivas;
  • Estruturar bem a arquitetura do seu site;
  • Produzir conteúdos de qualidade para o blog.

Impulsione os resultados da sua loja virtual

Esperamos que você tenha entendido a importância do Marketing Digital para o seu e-commerce. Para conseguir implementar as estratégias e gerar resultados é preciso contar com profissionais qualificados e experientes.
Com paciência e dedicação, você vai conseguir ampliar sua visibilidade online e vender mais. E, se você quiser conhecer mais técnicas de vendas para o seu e-commerce, leia também nosso conteúdo com 9 dicas de promoções para seu e-commerce vender mais!

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SEO para e-commerce: guia completo para otimizar sua loja virtual

O setor de e-commerce está em alta nos últimos anos, pois a preferência pela compra online tem sido constante após as mudanças observadas no  comportamento de compra do consumidor.

Não é em vão que 82% dos compradores brasileiros realizaram compras na internet, sendo esse modelo o favorito da clientela. Os dados sobre essa preferência de 74% dos consumidores foram publicados no E-Commerce Brasil.

Porém, para que as lojas virtuais atinjam este público, é necessário realizar as técnicas de SEO para otimizar o site e fazer com que ele se destaque na busca orgânica do Google. 

Quer saber como? Continue a leitura, no artigo de hoje vamos destacar o que é SEO, qual é o seu papel no e-commerce e como otimizar as vendas através dessa estratégia.

Boa leitura!

O que é e-commerce?

E-commerce ou comércio eletrônico são lojas que vendem seus produtos ou serviços online.

Essa é uma modalidade que está ganhando força: um estudo da Mastercard divulgou que no ano de 2020, o e-commerce brasileiro teve o crescimento de 75%. 

Essas são informações que devem ser levadas em consideração por todo empreendedor, pois é uma alternativa vantajosa para qualquer tipo de segmentação. A tecnologia e a evolução digital tem oferecido a este meio uma nova forma de fazer negócios, de se comunicar, de vender e de se tornar uma referência.

Hoje em dia, é natural que façamos compras online, principalmente porque a pandemia acelerou este processo. No ano de 2020, quando a covid-19 chegou ao Brasil, nos vimos isolados e bem mais conectados. 

Em 2021, as compras online bateram o recorde, atingindo R$ 161 bilhões, de acordo com as informações do Estado de Minas Economia.

A partir desse ponto, já podemos compreender como os hábitos e comportamento dos consumidores mudaram. 

Sendo assim, é de extrema necessidade que as empresas se adaptem a esta modalidade caso os objetivos a serem atingidos sejam:

  • Ter um maior número de vendas;
  • Criar posicionamento de marca;
  • Oferecer ao público experiência diferenciada e única;
  • Se destacar da concorrência;
  • Ser uma preferência para os consumidores;
  • Expandir a marca;
  • Ganhar visibilidade e dentre outros.

Esses são os pontos positivos que abrangem todo comércio eletrônico, mas para que isso aconteça, é de fundamental importância que o e-commerce tenha um site de alta conversão, porque essa é uma estratégia desenvolvida para converter visitas em vendas e gerar lucro.

Além disso, o e-commerce precisa seguir as novas tendências para o ano de 2022, que são:

Principais tendências para 2022

Omnichannel: essa é uma estratégia realizada para sincronizar e integrar todos os canais de compras, o que é essencial para deixar os meios de vendas mais consistentes e flexíveis.

O omnichannel é uma boa ação para que as empresas possam fidelizar clientes através da experiência proporcionada, uma vez que a abordagem de vendas estará inserida em diversos canais.

e-commerce

Realidade aumentada: a tecnologia oferece às empresas a oportunidade de proporcionar a seus consumidores a experiência de realidade aumentada.

Com essa facilidade, não é mais preciso sair de casa para experimentar roupas, óculos e sapatos, por exemplo. É possível fazer isso apenas com acesso à internet, basta utilizar a câmera do celular e selecionar o produto para ver o caimento.

Outro ponto positivo é que essa estratégia pode ser adotada por diferentes tipos de segmentações. Lojas que vendem tintas ou móveis também podem proporcionar essa incrível comodidade aos seus clientes.

Voice Commerce: é a possibilidade de fazer compras e pesquisas no digital através da voz. Essa é uma ferramenta que agiliza o processo de consumo. 

Fazer perguntas a Siri ou ao Google já é normal, é algo que fazemos com frequência, esse é um comportamento que deve ser analisado e aplicado aos negócios.  

Empresas que se adaptam aos hábitos de seu público, se diferenciam diante da concorrência e se tornam referência e inovação no mercado.

Recommerce: sempre temos algum item em casa que compramos e não usamos mais, não é mesmo? Pois bem, o recommerce surge com essa proposta, de diminuir o consumo demasiado.

Aliás, essa é uma forma de contribuir com o meio ambiente, visto que o descarte incorreto é evitado, pois os objetos não são mais jogados fora e sim reformados e depois vendidos.

Essa tendência envolve tudo que é durável, como roupa e utensílios domésticos. A modalidade vem crescendo, principalmente porque o consumidor está mais consciente, portanto, vendas de itens que reduzem os impactos ambientais é essencial.

Diferentes meios de pagamentos: as formas de pagamento são bastante significativas, pois mesmo que o usuário tenha uma experiência boa durante a navegação de compra, a etapa final de pagamento deve oferecer diferentes escolhas.

Pix, cartão de crédito, oferecer parcelamento, cartão de débito e boleto bancário são formas diferentes de pagamentos que agradam os consumidores. 

Atendimento automatizado: essa tendência de e-commerce é muito importante para agilizar o atendimento, não deixar o cliente esperando e para que a equipe de atendimento possa realizar outras atividades mais urgentes, otimizando assim a jornada de trabalho.

O atendimento pode ser automatizado pelo chatbot, que ajuda a agilizar a assistência, respondendo às dúvidas básicas dos consumidores, sem que haja a necessidade de uma pessoa para fazer este papel.

É possível configurar as mensagens para diferentes respostas, a depender da pergunta de cada cliente, assim as respostas não ficam robóticas e superficiais.

Tipos de e-commerce

Existem diferentes tipos de e-commerce, essa modalidade muda conforme o consumidor final. Para entendermos melhor, separamos em tópicos cada um deles:

Business to Business (B2B):

“Empresas para empresas”, essa é a tradução do B2B na língua portuguesa. Esse modelo de negócio tem transações realizadas entre organizações.

Em outras palavras, são corporações que vendem materiais para outras instituições. Como exemplo, podemos citar a venda e a compra de equipamentos como computadores e materiais de escritórios entre organizações.

Business to consumer (B2C):

Business to Consumer ou “empresa para consumidor”, é quando uma instituição vende diretamente para o consumidor através da loja online, sem que haja a necessidade de um lojista ou um revendedor.

São empresas que tem como finalidade vender produtos ou serviços para consumidores, e não para organizações, independente da segmentação.

Consumer to consumer (C2C):

Esse modelo de e-commerce acontece quando existe a transação entre dois ou mais consumidores. A tradução já nos diz muito, significa “consumidor para consumidor”.

A título de exemplo podemos citar a empresa OLX, que tem uma plataforma onde é permitido realizar a venda ou a compra de itens, tudo entre consumidores.

Consumer to business (C2B):

Também conhecido como “consumidor para empresa”, neste caso, o tipo de e-commerce é diferente porque quem vende o serviço é o consumidor e o comprador é a empresa.

A título de exemplo, podemos citar os sites onde freelancers divulgam seus trabalhos e preços e são contratados por empresas para fazer o serviço.

Business to administration (B2A):

O serviço prestado para governo através de licitação é um exemplo de Business to administration, que também é conhecido como Business to Government (B2G).

Essa modalidade é bastante diversificada, são serviços diferentes prestados para a administração pública.

O que é SEO?

Agora que já sabemos sobre quais são os tipos de e-commerce e como cada um funciona, vamos explicar o que é SEO e como este fator pode ser fundamental para ajudar as lojas virtuais.

SEO é uma sigla (Search Engine Optimization) que traduzida para o português, significa otimização de mecanismo de busca. 

Essa é uma técnica muito eficiente, pois serve para otimizar as páginas de sites, blogs ou lojas virtuais, a fim de criar autoridade e fazer com que a página se destaque no rankeamento do Google através da busca orgânica.

As técnicas de SEO são passos importantes para todo site, que são estrategicamente definidas conforme os fatores de rankeamento que influenciam os resultados orgânicos.

Assim sendo, para que as lojas vendam mais e apareçam na primeira página do Google, é importante que se tenha as técnicas de SEO aplicadas. 

Fatores que influenciam o rankeamento no Google

Apesar das maravilhas que o Google nos proporciona com suas ferramentas, conquistar o rankeamento do Google e influenciar os resultados orgânicos não são tarefas tão simples.

Isto porque, o Google analisa o tamanho e a qualidade do conteúdo no site, verifica a quantidade de palavras-chave, velocidade de carregamento, imagens, arquivos e outros aspectos que são de extrema importância. 

Pesquisa de palavras-chave:

A definição de palavra-chave é um dos primeiros passos que devem ser dados para conquistar o topo do Google

Essa escolha pode ser facilitada com o uso de ferramentas que demonstram volume de busca, dificuldade de SEO, nível de concorrência e outros dados. 

A palavra-chave é muito importante, pois é através dela que o conteúdo ou produto pode ser encontrado pelo público.

Essa pesquisa pode ser feita nas ferramentas Ubersuggest e Semrush, que tem versões grátis e pagas.

Outro ponto muito importante, é a utilização da palavra-chave ou da variação dela durante a descrição do texto. Essa técnica ajuda a ter um resultado melhor no Google.

Uso de imagens e vídeo: 

O Google também é um buscador de imagens, e isso deve ser levado em consideração, pois é possível que o usuário encontre o conteúdo ou produto do e-commerce através dessas imagens.

Sendo assim, vale utilizar imagens e vídeos de qualidade que completem o conteúdo. Além do mais, essa é uma maneira de tornar a leitura mais dinâmica e a informação do item mais fácil para o cliente.

No caso de uma leitura sobre um determinado objeto, por exemplo, as imagens ou um vídeo mais específico sobre as qualidades e as características servem para atrair o comprador e fazer com que este finalize a compra.

Isto é, um e-commerce que deseja influenciar o rankeamento do Google, precisa investir na qualidade do site como um todo, inclusive na multimídia.

Bom layout:

O layout também é uma característica muito importante para o Google e para os usuários. O designer é fundamental para valorizar o site e para criar identificação com o público. 

Além da parte visual, a loja online deve oferecer aos usuários uma intuitiva navegação, para que este não perca tempo tentando achar uma informação ou um produto.

O trabalho de um profissional UX Design seria de fundamental importância neste ponto, pois este sabe identificar as necessidades e problemas do usuário na plataforma, desenvolvendo pesquisas para melhorar as estratégias e resolver as dificuldades dos clientes.

Conteúdo de qualidade:

Lojas virtuais podem oferecer no site conteúdos sobre os produtos ou serviços, para falar mais sobre os benefícios e a qualidade que o comprador pode ter ao adquirir a compra.

Esse pode ser um jeito de convencer o cliente a tomar a decisão de compra, entretanto o conteúdo precisa ter qualidade.

A linguagem deve ser escrita conforme o público da marca compreende, os subtítulos e os títulos devem ser atrativos e completos, para que todas as dúvidas sejam respondidas durante o artigo. 

Quais são os benefícios do SEO para e-commerce?

Todas as características mencionadas durante o conteúdo, ajudam a loja virtual a deixar o site em uma boa posição na ferramenta de busca do Google, consequentemente as visitas orgânicas aumentam e o número de visitantes e vendas crescem. Tudo que um comércio eletrônico precisa. 

As buscas por essas vantagens não são fáceis de serem atingidas, mas não são impossíveis. Basta que as técnicas de SEO sejam aplicadas por um profissional experiente na área para que os resultados obtidos sejam satisfatórios.

E então, para dar início, que tal começar entender mais sobre o que acontece no digital? Fique por dentro das novas tendências e otimize a sua loja virtual com as técnicas de SEO! Clique aqui e acesse o nosso blog.

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O que é Account-Based Marketing (ABM)?

Account-based-marketing

Você sabe o que significa ABM e como pode ajudar no alinhamento entre Marketing e Vendas e na melhoria das principais métricas comerciais?
Se trata do marketing focado em contas, o Account-Based Marketing (ABM) é um approach que alinha esforços de Marketing e Vendas em torno de contas selecionadas, em vez de leads.

Quanto mais os pontos abaixo se encaixam em seu cenário, mais ABM pode ser uma opção para sua empresa:

  • Universo definido (contável) de potenciais clientes (de centenas a milhares);
  • Várias personas decidem e influenciam a compra;
  • Potencial de up/cross-sell;
  • Ciclo de venda longo;
  • Ticket médio alto;
  • Necessidade de personalização para causar impacto.

Estes pontos se encaixam muito bem para mercados nichados — ou seja, o encaixe para vendas Enterprise é bem forte.
Nestes casos, ABM ajuda a garantir que o foco das ações do Marketing está nas Contas selecionadas (e não em leads esparsos).

O que é Account-Based Marketing (ABM)?

O ABM ou Account-Based Marketing (Marketing baseado em contas) consiste em uma estratégia de marketing B2B (Business To Business). Estratégia essa que tem como objetivo realizar campanhas personalizadas para cada conta, o que traz resultados impressionantes.
É como se fosse a empresa quem escolhesse os seus clientes. Em outras palavras, Account-Based Marketing é uma forma bem inteligente de realizar vendas por focar em quem se quer atingir.

Dessa forma, a sua equipe direciona gastos, tempo e energia, com quem realmente tem o perfil ideal de compra para seus produtos ou serviços.
Com o Account-Based Marketing, é possível fazer com que sua mensagem seja baseada nos atributos e necessidades específicas de cada conta que possa se transformar em seu cliente, por isso que o nome é Marketing Baseado em Contas.

Como funciona o funil de vendas?

Assim como no Inbound Marketing, o Account-Based Marketing utiliza técnicas para poder atrair e converter leads em busca de um único objetivo: realizar campanhas personalizadas para uma conta específica, que trará um feedback positivo e impressionante.

Virando o Funil

O Marketing Baseado em Contas, por outro lado, vira o funil de cabeça para baixa. Em vez de começar com canais de marketing a estratégia ABM começa identificando a segmentando as contas.

Assim como no Inbound Marketing, o Account-Based Marketing utiliza técnicas para poder atrair e converter leads em busca de um único objetivo: realizar campanhas personalizadas para uma conta específica, que trará um feedback positivo e impressionante.

O Marketing pode então, servir mensagens personalizadas para os tomadores de decisão nestas contas e em canais que eles estão usando ativamente. No Account-Based Marketing o funil de vendas é separado por etapas: Identificar, Expandir, Engajar / Encantar e Mensurar. Conheça o que cada um realiza:

1. Identificar

Antes de qualquer coisa, você precisa criar uma lista de possíveis contas ou companhias que tenham o perfil correto para a solução que a sua empresa oferece.

2. Expandir

Depois que a conta que será trabalhada for definida, é hora de expandir os perfis das companhias com informações sobre seus tomadores de decisão e cargos executivos. Ou seja, descobrir que são as pessoas-chave para o seu negócio: influenciadores, tomadores de decisão, usuários etc.

3. Engajar e Encantar

Após expandir as informações das contas, será executado o plano de marketing omnichannel – em todos os canais que a empresa está conectada – e a partir daí, começa a envolver os contatos nas contas-alvo.
Os clientes satisfeitos e defensores da marca são uma das formas mais valiosas do marketing. Trabalhamos com contas, mas não podemos esquecer que as pessoas que tomam as decisões e que possuem necessidades e desejos.

Muitos deles estão ligados à parte profissional, portanto, é importante ser consultivo e entender quais desses desejos e necessidades poderão ser atendidos. Até porque, se eles estiverem encantados, irão a favor da sua marca.

Não existe melhor argumento para realizar a venda, do que indicações positivas e verdadeiras, onde as pessoas conseguem enxergar e se relacionar com elas, criando assim, empatia.

4. Mensurar

E por último, você precisa avaliar o sucesso de suas campanhas de Account-Based Marketing, elas devem ser estudadas através de Key Performance Indicator ou Indicador – Chave de Desempenho (KPIs) a nível da conta que refletem a contribuição da equipe de marketing para o pipeline e a receita (ROI).

Quais são os tipos de Accound-Based Marketing?

De acordo com o ITSMA, existem três tipos de ABM. Eles são:

  • One-to-one (ABM específico)
  • One-tofew (ABM lite)
  • One-to-many (ABM programático)

    Veja abaixoum pouco mais sobre cada tipo de Account-Based Marketing.

1. One-to-one (um a um)

Este tipo de ABM é direcionado a contas muito grandes, e por adotar uma estratégia um a um, há uma maior personalização e atração para com a conta alvo.

O one-to-one também é definido pelo ITSMA como ABM estratégico.

2. One-to-few (um para poucos)

Nesta modalidade de Account-Based Marketing as estratégias são focadas em um pequeno grupo de contas, e não em uma só como no one-to-one.

Conhecido também como ABM lite , a ideia dessa abordagem é automatizar um pouco mais e equilibrar menos recursos (em comparação ao ABM estratégico).

Nesse tipo de Account-Based Marketing a ideia é agrupar algumas contas com características e segmentos semelhantes, fato que possibilita campanhas um pouco mais generalizadas.

3. One-to-many (um para muitos)

Aqui vemos um tipo de Account-Based Marketing feito para um grupo maior de contas alvo. Nele é importante fazer uso de tecnologia para escalar táticas de ABM e atingir um número maior de contas alvo.

Quem pode executar

O ABM exige uma personalização a nível de conta muito maior que o marketing tradicional, e isso o tornava mais caro para se implementar.
Porém, os avanços tecnológicos no marketing permitiram que os profissionais empregassem o ABM por muito menos do que antes.

Principais benefícios

Em comparação com outras iniciativas de marketing, o Account-Based Marketing oferece um retorno sobre investimento mais alto do que em relação a qualquer estratégia ou tática de marketing B2B. Dentre os muitos benefícios estão:

  • Redução do desperdício de recursos;
  • É pessoal e otimizado;
  • É possível realizar o acompanhamento de metas e métricas;
  • Alinhamento de vendas é mais fácil;
  • Receita aumentada;
  • Melhor experiência do cliente.

Por que o Account-based Marketing está tão em alta?

Como mencionado antes, ABM é uma estratégia de marketing personalizada para uma conta alvo. Definir este alvo pode te dar a possibilidade de economizar tempo e dinheiro.

Após ter os dados de indivíduos relevantes extraídos por empresas especialistas em data mining, você poderá ter acesso direto a informações essenciais sobre essas pessoas. Dados como nomes e endereços de e-mail vão permitir que você vá direto ao ponto, evitando toda uma burocracia.

Conclusão

Esperamos que este conteúdo tenha lhe ajudado a entender um pouquinho mais o que é o Account-Based Marketing e como ele funciona.
Caso ainda tenha dúvidas, entre em contato conosco, estamos a disposição para quaisquer esclarecimentos. Grande abraço e até a próxima.
Vamos para cima!

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Quais as vantagens de contratar uma agência de marketing digital?

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Utilizar dos meios digitais pode trazer diversos resultados positivos para o seu negócio, mas você sabia que é possível obter resultados ainda melhores ao contratar uma agência de marketing digital?

Uma agência especializada em marketing conta com profissionais focados nas várias áreas do marketing, que são capazes de realizar ações estratégicas e muito bem planejadas e executadas. Afinal você quer o melhor para a sua empresa, certo?

Você não precisa e nem deve tentar fazer tudo sozinho, dessa forma, não será possível cumprir com todas as responsabilidades e os retornos não serão tão positivos quanto poderiam.

Em vez disso, busque a ajuda de uma parceira competente e verdadeiramente qualificada. Continue a leitura e conheça as vantagens de contratar uma agência para trabalhar com o Marketing Digital:

O que uma agência de marketing faz?

Estamos em um momento totalmente digital, vivendo em um cenário tecnológico. Por isso, várias agências saíram da publicidade tradicional e migraram para o marketing, principalmente o marketing digital.
Um dos pontos que mais chamam atenção com relação às agências, é no que diz respeito a entrega de resultados reais e a mensuração de dados nas estratégias.

Dessa forma, se torna mais fácil se sentir seguro com relação ao investimento e os profissionais conseguem tomar decisões baseadas em métricas sólidas.

As agências contam com times de profissionais capacitados e já experientes em diversas áreas de atuação. Em uma agência de marketing, normalmente os trabalhos são divididos com base nas funções e as habilidades, dessa forma, o trabalho toma forma da melhor forma possível.


Algumas agências se especializam apenas na prestação de um serviço, outras oferecem diversos tipos de projetos diferentes. Mas de modo geral o papel de uma agência de marketing no mercado é criar e fortalecer marcas.

6 vantagens de contratar uma agência de Marketing

Saber executar várias funções o torna multidisciplinar e destacado no mercado. Porém, não dá pra abraçar o mundo todo de uma vez, um profissional não precisa e nem deve fazer tudo sozinho.

Dentre as muitas vantagens de ter uma agência de marketing trabalhando com você, existem algumas que se destacam e nós deixamos algumas para você conhecer.

1. Profissionais qualificados em diversas áreas

Esse é um dos principais benefícios de uma agência de marketing digital. Para cada obstáculo, existe um profissional dentro da agência capaz de atender essa demanda.

Além disso, a maioria das agências de publicidade que trabalham com marketing possuem parceiros que prestam serviços diversos que fogem da lista de serviços prestados pela própria, podendo fazer essa ponte entre sua empresa e a empresa prestadora de serviço ou até mesmo tomando conta de toda a demanda, contratando terceiros por conta própria.

2. Alta taxa de produtividade

Após contratar uma agência de marketing, a ideia é que vocês trabalhem em conjunto. A empresa fornece informações e a agência utiliza sua experiência para transformar em conteúdo, fazer as campanhas, entregar os relatórios com os resultados e o que mais for definido na estratégia de marketing digital.

Além disso, ao designar ações para uma agência de marketing, você acaba ficando mais livre para focar na estratégia. Esse apoio ainda ajuda a sua equipe a se tornar mais produtiva.

3. Entrega de resultados concretos

No ambiente digital, é muito mais fácil conseguir dados concretos, números reais das ações realizadas, segmentar e atingir o público correto e tomar decisões com base em todas essas informações.

Cada uma das ações é metrificada, então dessa forma é muito mais fácil saber quanto foi investido, qual foi o retorno em cima de tudo que foi investido, facilidade para planejar ações futuras com base nos resultados obtidos, etc.

4. Alinhamento entre marketing e vendas

Ao contratar uma agência de marketing, é de extrema importância estar ciente da necessidade de trazer essa agência para dentro, fazer com que essas pessoas estejam familiarizadas com o seu negócio, que dessa forma trabalhem em conjunto.

Para o marketing, o setor de vendas é fundamental, e trabalham totalmente em união com o de vendas, a junção desses setores inclusive é chamada de vendarketing, venda + marketing.

5. Acesso às melhores ferramentas

As agências prezam pela qualidade nas entregas de seus serviços, por este motivo, em sua grande maioria, as agências têm acesso às melhores ferramentas do mercado.

Ao optar por contratar uma agência de marketing, as suas estratégias serão elaboradas e desenvolvidas em equipamentos e por softwares de alto nível. O serviço de uma equipe capacitada e o uso das ferramentas corretas reflete diretamente nos resultados de suas ações e de sua empresa.

6. O melhor investimento

Como o mercado do Marketing Digital ainda é muito novo, existe uma enorme dificuldade em encontrar profissionais capacitados nessa área. Treinar um funcionário para exercer tal função também pode ser um processo muito complicado ou demorado.

O ideal, na maioria dos casos, é contratar uma agência de marketing que possua o conhecimento necessário para desenvolver uma estratégia de marketing digital junto com sua empresa. Em curto prazo o ROI muito provavelmente será maior que em uma contratação.

Mercado de Marketing em Belo Horizonte

O mercado de Marketing em BH é extremamente rico e competitivo. Na capital mineira estão situadas agências competentes e reconhecidas em todo o Brasil.
Para ser conseguir sucesso em um mercado tão disputado só há um caminho: a excelência.
Dito isso, veja abaixo algumas das melhores agências de marketing em BH.

Melhores agências de Marketing em BH

Veja abaixo algumas indicações de agências de marketing em Belo Horizonte.

1- Lebbe

A Lebbe é uma agência de marketing que tem como intuito ajudar os clientes a investir menos, porém melhor.
Tendo adotado a cultura essencialista, o foco da Lebbe é em fazer tudo de maneira eficiente.
A Lebbe faz parte do Grupo Partners que está a 27 anos no mercado com sede em Belo Horizonte e Brasília, além de unidades de negócios em SP, RJ, PA, AL e GO.
Tendo em seu portfólio grandes clientes como Aritana, Expominas e Laut Beer, a Lebbe é uma agência de marketing completa, que desenvolve trabalhos como Branding e Design, Publicidade e Comunicação, Marketing Digital e Comunicação Interna.

2- AB Agência Digital

Fundada em 2004, a AB Agência digital é uma agência de marketing que busca a flexibilidade para atingir a melhor solução para seus clientes.
Sendo uma agência Google Partners, a agência define seus 5 pilares como: Business Intelligence, Marketing, Neurociências, Vendas e Mindset Ágil.

3- Agência Dom Marketing Digital

A Dom Marketing Digital é uma agência de marketing digital em BH que tem como clientes empresas como Garra Pneus, Dr Iphone e EMS.

Tem como algumas de suas especialidades: Inbound Marketing, Outbound Marketing, Produção de Conteúdo, entre outros.

4- Agência de Marketing Digital – BH4

A Agência de Marketing Digital – BH4 é uma agência de Belo Horizonte que presta serviços como criação de sites, criação de loja virtual, design e marketing digital.
Alguns de seus clientes são: Alternativa Divisórias e Forros, Comercial Mineira de Máquinas e Loja das Redes.

5- EDEAL

A EDEAL é uma agência de marketing digital em BH que tem como especialidades as Soluções de Marketing Digital, Inbound Marketing, Consultoria e Vendas.
Alguns de seus clientes são: Florença Água Mineral, Prevenir Proteção Veicular e XCARD Cartão de Benefícios.

Como escolher uma agência de marketing?

Ao contratar uma agência de marketing digital existem alguns pontos que você deveria prestar atenção. Aqui vão algumas dicas:

  • Defina quais são as metas a serem atingidas com o serviço

Para conseguir bons resultados em marketing digital, primeiro você precisará definir quais são os seus objetivos e onde você quer chegar.

Após definir suas prioridades, comece a conversa. Pesquise por agências que tem bom conceito perante a sociedade, bons preços e…

  • Avalie os resultados conquistados junto a outros clientes

Preço é um fator muito importante na tomada de decisão, mas não é tudo.

Não adianta contratar o serviço mais barato, e atingir resultados aquém do esperado. Por isso, acesse o site e tente entrar em contato com clientes que já foram atendidos pela agência que você estiver considerando. Pergunte a eles sobre resultados, entregas e satisfação. Nada melhor que saber com quem você está fazendo negócios, não é mesmo?

  • Procure saber um pouco sobre o histórico e reputação da agência

No mundo de hoje, o que não falta são casos de pessoa e empresas que receberam promessas de serviços milagrosos e fantásticos, para depois serem deixados na mão.

Por isso, é de extrema importância que você descubra um pouco sobre a índole da empresa com quem planeja lidar. Ferramentas como o Google, e também o Reclame Aqui podem ajudar.

Veja também a cartela de clientes da empresa. Saber quem já trabalhou junto a uma agência de marketing vai te dar uma ideia da qualidade dos serviços prestados pela mesma.

Conclusão

Esperamos que este conteúdo o tenha ajudado a entender um pouco mais sobre as vantagens de decidir investir em profissionais com experiência em marketing para alavancar os seus negócios.

Nós da Agência Lebbe possuímos um time completo e altamente capacitado para lhe auxiliar a alcançar seus objetivos em seu negócio através do marketing de forma personalizada e objetiva.

Caso ainda tenha dúvidas, entre em contato conosco, estamos a disposição para quaisquer esclarecimentos.

A Lebbe te ajuda a investir menos, porém melhor em marketing, vem com a gente!
Clique aqui para falar conosco!

Grande abraço e até a próxima.
Vamos pra cima!

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Tempo estratégico X Tempo não estratégico

Tempo estratégico X Tempo não estratégico.


Já pensou nisso?
Em uma empresa devemos trabalhar, como gestores ou mesmo colaboradores, com o pensamento focado em 2 frentes: aumentar o tempo estratégico e reduzir o tempo não estratégico.

Tempo não estratégico é aquele que é gasto com ações que não impactam no lucro da empresa, como reuniões longas e desnecessárias ou mesmo foco em problemas urgentes mas de pouca importância.
Tempo estratégico é o que faz o lucro da empresa aumentar. Ou seja, se nos perguntarmos se o trabalho que estamos fazendo irá aumentar ou não o lucro da empresa, e entendermos que sim, este trabalho deve ser priorizado.

Aí então, entra o conceito de custo estratégico e custo não estratégico.
Invista em custo estratégico, que é o que traz receita para a empresa como marketing e vendas. Invista sempre mais que seus concorrentes nisso.
Reduza o custo não estratégico como despesas operacionais e pessoas que não trazem bons resultados.

É muito importante para as empresas pensar em lucro como principal indicador de sucesso.

Porque é o lucro que possibilita a sustentabilidade do negócio e o investimento em crescimento e principalmente em pessoas.
Atendo muitos clientes de várias áreas e vejo um erro corriqueiro básico na maioria deles.

Não se posicionar corretamente e não determinar mercados (nichos) a serem atacados pelo marketing.

Para isso, é sempre bom fazer um exercício básico de posicionamento e aprofundar nas respostas a estas perguntas:

  • O que vc vai representar na mente dos clientes?
  • Em que negócio estou?
  • Qual é meu objetivo?
  • Que benefícios ofereço?
  • Quais minhas vantagens competitivas?
  • Qual é meu medo?
  • Qual meu público alvo?
  • Consigo focar em pequenos mercados (nichos)?

Continue a perguntar:

  • Sua posição oferece algum benefício que o público realmente quer?
  • Esse benefício é realmente honesto?
  • Ele sinceramente me destaca da concorrência?
  • É único e difícil de copiar?
  • Posicionamento é a chave do marketing e sem ele, qualquer plano ficará fraco. Aproveite. Aproxime.
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Eu uso, tu usas e ele usa: Você já conhece o termo Usabilidade?

Usabilidade

Procuro sempre começar a falar de usabilidade com uma pergunta: você gosta de entrar em um site e não encontrar de forma rápida a informação que procura?

E quando vai fazer uma compra em um e-commerce: o que acha daquelas várias telas pedindo informações, que sempre dão erro e você precisa iniciar todo o processo novamente?

Sim, tudo isso está relacionado com a usabilidade, seja de um site, blog, e-commerce, aplicativo, ou qualquer outra plataforma que dependa da interação de um usuário. Ou seja, ela tem um papel fundamental nas suas estratégias, principalmente na web, da sua empresa.

Ela é de fato muito importante, contudo, não é uma ciência exata. Afinal, o comportamento de quem navega pela internet é volátil e o que é tido como uma boa prática hoje, amanhã pode não fazer mais nenhum sentido. Por isso, profissionais focados em usabilidade estão sempre pesquisando, testando e propondo melhorias em seus projetos.

Mas afinal, o que de fato é a usabilidade? Seguimos este artigo apresentando alguns conceitos e definições sobre o tema. Boa leitura. 

O que é Usabilidade? (Conceitos e definições)

Usabilidade é um termo usado para definir a facilidade que um usuário tem para usar um determinado sistema ou aplicação tecnológica Ou seja, a usabilidade refere-se ao quão fácil é para os usuários utilizarem as funcionalidades propostas pelo site, aplicativo ou outra aplicação tecnológica. 

A  usabilidade, portanto, abraça a interação entre seres humanos e os computadores, facilitando funções e atividades para os quais foram desenhados, usando noções de ergonomia. 

Para que uma aplicação seja utilizada, ela precisa ser simples e prática. Afinal, você não quer que o seu usuário quebre a cabeça para usar o seu aplicativo, por exemplo. A sua intenção é que ele use a funcionalidade que você desenvolveu para tratar algum problema que ele tenha.

A Usabilidade é definida pela ISO 9241-11 e você pode acessar o seu catálogo por meio deste link.

Como é aplicado o conceito de usabilidade?

O conceito de usabilidade pode ser aplicado em qualquer área. Por exemplo, ao comprar uma geladeira, você quer que ela seja fácil de usar. Ou seja, 01 é a capacidade mais baixa de refrigeração e 05 a mais alta. Isso acontece porque o sistema de usabilidade é usado em praticamente todos os eletroeletrônicos que consumimos.

E estamos tão acostumados com isso, que já esperamos que os botões de controle de temperatura, descongelamento e todas as outras funções estejam dispostos de maneira que você não precise consultar uma enciclopédia toda vez que for gelar um refrigerante. 

Contudo, o termo usabilidade ganhou grande destaque com o avanço tecnológico e passou a ter grande relevância, muito em função da grande quantidade de softwares, aplicativos e sistemas que são disponibilizados diariamente para o nosso uso. 

E como já vimos dizendo durante este texto, o seu recurso tecnológico só será usado se for simples e prático. 

06 metas de usabilidade

Para aplicar o conceito de usabilidade de forma eficaz, foram definidas seis metas que o seu site, ou dispositivo precisa atingir para que o seu usuário consiga cumprir com todos os seus objetivos. São eles:

Eficácia

Meta que relaciona o propósito do seu dispostivo/produto/serviço/site, com a capacidade que ele oferece para o usuário alcançar o objetivo proposto.

Uma interação eficaz é aquela que proporciona a realização de tarefas de modo simplificado, para que o usuário cumpra o propósito definido Para isso, é necessário ter acesso às informações necessárias durante o uso da aplicação e o aprendizado sobre o processo precisa ser simplificado. 

Eficiência

Essa meta refere-se à realização das tarefas necessárias para a utilização da interface. Portanto, as métricas são agilidade e clareza para o usuário. Em um site de compras, por exemplo, o quão ágil e claro está para o cliente, os passos que ele tem que fazer para comprar o produto? É intuitivo? Ele ficou com dúvidas durante o processo?

Segurança

Além da segurança da informação e proteção de dados, essa meta visa garantir que o usuário não passe por situações indesejáveis ou perigosas. Imagine um aplicativo ou site de banco que não deixe claro para o usuário  quais são os passos e o que acontecerá depois. Pode inclusive, ocorrer débitos indevidos em conta o que causará um transtorno para o cliente. 

Nesse sentido, botões como deletar, salvar, comprar devem ser pensados de modo a não gerar dúvidas para o usuário. 

Utilidade

Todo usuário utiliza uma interface com um determinado objetivo. No exemplo, do banco, seria pagar um boleto. Contudo, além de oferecer essa funcionalidade de forma simples, o dispositivo precisa ter outras funções como, emitir comprovante, consultar saldo e fazer novo pagamento.

Perguntas importantes: Todas as funcionalidades do contexto estão disponíveis? Os usuários conseguem realizar todas essas tarefas?

Aprendizagem

O seu dispositivo deve ensinar o usuário durante a experiência, sendo fácil e intuitivo. A partir da segunda utilização, as tarefas devem ser executadas sem nenhum tipo de dificuldade.

Um exemplo, você precisa pensar muito para enviar uma foto via Whatsapp? É bem intuitivo, certo? O objetivo dessa meta é fazer com que o seu usuário não precise pensar muito para realizar as campanhas. 

Memorização

Essa meta está muito ligada à anterior. É muito importante que os sistemas usados com menos frequência permitam a memorização de seus processos. Imagina como seria se o whatsapp mudasse a forma de envio de fotos todos os dias? Ou se não fosse intuitivo ao ponto de você nem perceber o que está fazendo?

Os seus usuários não devem reaprender a usar a sua aplicação a cada vez que acessarem. Faça sempre a pergunta: o meu usuário vai conseguir realizar isso de maneira fácil? Existe algum tipo de suporte para que ele consiga realizar essa tarefa?

Usabilidade e o marketing digital

Vamos trazer para a realidade do marketing digital. Aqui na Lebbe, nós queremos que os os nossos clientes melhorem os seus resultados e conquistem os seus objetivos. Para tanto, usamos ferramentas que nos permitem, por exemplo, acompanhar métricas e propor melhorias constantes. 

Imagina se estas ferramentas demorassem a entregar os dados que necessitamos? Ou então, a ferramenta dificultasse o acesso a estas informações? Com toda certeza perderíamos um tempo precioso e várias oportunidades de melhorar os negócios de quem nos contratou.

Diante do grande volume de informações existentes atualmente, a usabilidade é tratada por diversas empresas como ponto estratégico para conquistar novos consumidores, pois o fato é que se um sistema é complicado de ser usado pelo usuário, ele não irá utilizá-lo.

O desenvolvimento de um sistema não é para o programador ou para o analista utilizar, mas sim para tornar as tarefas dos usuários mais ágeis e eficientes.

Avaliação Heurística

Qual a importância da Usabilidade no desenvolvimento de projetos?

A Usabilidade se encaixa em qualquer tipo de projeto de interface, tendo amplitude diferente de acordo com a criticidade de projeto, ou seja, quanto mais crítico for o sistema , maiores serão as perdas caso ele não seja de fácil utilização e proporcione satisfação.

As empresas têm consciência da importância da usabilidade, porém, muitas ainda as vêem como um fator que só deve ser levado em conta durante o desenvolvimento se houver tempo e recursos, como se ela representasse um custo adicional, fora do que é essencial. Mas as empresas têm muito mais a perder ao minimizar a usabilidade desta forma.

Dentre as qualidades da Usabilidade estão:

  • Eficácia: Capacidade de executar a tarefa de forma correta e completa.
  • Eficiência: São os recursos gastos para conseguir ter eficácia. Sejam eles tempo, dinheiro, produtividade ou memória.
  • Satisfação: Se refere ao nível de conforto que o usuário sente ao utilizar a interface.
  • Facilidade de navegação: O usuário consegue acessar a informação desejada no máximo em três cliques.

Lembre-se que quando falamos em User Experience Design e boas experiências, a Usabilidade aparece como fator fundamental. Na internet, a usabilidade não é um luxo, mas sim uma condição imprescindível para que qualquer site sobreviva e sobressaia.

Se um usuário entra em seu site, por exemplo, e não encontra exatamente o que estava procurando, ele tende a ficar com uma percepção negativa. Caso a página demore a carregar, é provável que ele saia e nem tente voltar. 

Benefícios da Usabilidade

Diante de toda essa exposição da importância de um projeto ser focado em uma boa usabilidade para os usuários, vou trazer aqui de forma resumida alguns dos benefícios que esse conceito pode trazer.

Facilidade de aprendizado

Um aparelho para ser utilizado, ele precisa fazer com que o usuário aprenda a manipulá-lo de maneira simples e rápida. Sendo assim, aplicar os conceitos da usabilidade vai fazer com que o seu sistema seja fácil, intuitivo e que as pessoas aprendam a navegar e encontrar o que precisam com facilidade. 

Facilidade de memorização

Segundo a mesma lógica, o seu sistema tendo uma boa usabilidade, os seus usuários vão memorizar onde encontrar as informações e como conseguir seus objetivos de forma prática. Logo, eles vão associar a sua aplicação a agilidade, confiança e qualidade. 

Educação gradual do usuário

Como já dissemos, mudanças e atualizações precisam ser constantes, contudo, de forma gradual para não causar estranheza ao usuário. Você se lembra como era o aplicativo do facebook a dois anos atrás? Com certeza, bastante diferente do que é hoje.

Ou seja, faz parte de uma boa usabilidade educar o seu usuário para as mudanças de forma gradual, para que ele percorra o processo de adaptação sem maiores problemas. 

Baixa taxa de erros

Sabemos que é comum termos, por exemplo, páginas com links quebrados em um site. É comum, porém, é um dos piores problemas para a experiência do usuário. Mas você deve estar se perguntando: como a usabilidade pode me ajudar a resolver esse problema?

Bom, ninguém fica navegando em uma página que não existe, certo? Logo,  ao monitorar as métricas de acesso do seu site  e perceber que muitos usuários estão saindo ao chegar em determinada página, provavelmente existe algum erro ali.

Sendo assim, ferramentas de monitoramento de usabilidade são grandes aliadas na correção de erros. Fantástico, não?

Navegação

Bom, um está diretamente ligado ao outro. Não existe boa navegação sem uma boa usabilidade. A estruturação das informações de forma hierárquica, links que levem para outros conteúdos e rapidez no carregamento de páginas. Estes são conceitos básicos de usabilidade que influenciam diretamente na navegação do seu site ou aplicação.

Simplicidade

Vamos novamente fazer o exercício dos questionamentos. Qual é uma das empresas de tecnologia mais bem sucedidas do mundo? Sim, o Google. Outra pergunta: Como é a página inicial do Google? Sim, uma caixa de buscas em uma página branca. Ou seja, eles facilitam ao máximo a utilização do serviço que eles oferecem. 

Simples, não?

Core Web Vitals

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Já que estamos falando de google, vamos conversar sobre a principal mudança nos fatores de rankeamento do google. O Core Web Vitals, ou em portugues, Principais Métrica da Web, é a nova forma que o buscador mais famoso do mundo vai utilizar para ranquear os sites em suas páginas. 

E por que estamos trazendo esse assunto nesse artigo? Porque ele está diretamente ligado à usabilidade. O Core Web Vitals é dividido em três partes:

  • Largest Contentful Paint (LCP) –  que mede o tempo de carregamento da página.
  • First Input Delay (FID) –  que mede o tempo que a página demora para ficar interativa.
  • Cumulative Layout Shift (CLS) –  que mede a estabilidade visual da página. 

Ou seja, estamos falando exclusivamente de métricas de usabilidade e experiência do usuário como fator de ranqueamento. Veja o vídeo abaixo e entenda mais sobre o assunto:

Usabilidade e Design

A junção da usabilidade com o design é a receita para uma interface funcional, atraente e eficaz. Dieter Rams, renomado designer alemão, disse uma vez que o bom design é estético e nos ajuda a entender um produto, podendo ser entendido também como conteúdo.

Para Dieter Rams, se algo que foi projetado cumpre a sua função, é compreendido e ainda causa uma sensação agradável, isso se dá pelo fato desse produto (ou serviço) ter sido bem projetado, tem usabilidade.

O bom design permite que exploremos diversas formas e possibilidades de uso para um determinado conteúdo, produto ou serviço a partir da identificação das necessidades do usuário.

Para o design de interação, existe o termo UX (ou UxD), que muitos conhecem. Esse termo se refere ao User Experience Design, ou seja, ao campo do design que diz respeito à usabilidade e à acessibilidade das informações de algo que tenha sido projetado.

O que é UX Design?

O User Experience Design – ou design da experiência do usuário – se preocupa com o ponto de contato de um produto ou serviço, com as pessoas.

Este produto ou serviço pode ser um site, e-commerce, um blog, um aplicativo, uma máquina, um dispositivo móvel, uma loja física, dentre outras plataformas de interação.

Conclusão

Como você pode observar, a Usabilidade é um critério fundamental para que seus investimentos realmente tragam bons resultados.

A qualidade deve ser gerenciada e tratada como o requisito fundamental em suas estratégias e toda a equipe deve estar empenhada, pois, a qualidade não é só o produto final, ela tem que existir do começo ao fim do processo.

Quer estudar melhor sobre usabilidade e marketing digital? Preparamos um conteúdo sobre como se tornar um profissional de marketing de ponta! Vale a pena a leitura.

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LinkedIn Sales Navigator: tudo sobre a ferramenta

LinkedIn Sales Navigator

O LinkedIn é uma rede social onde você consegue se conectar com empresas, profissionais, colegas de trabalho e outros profissionais de diversas áreas diferentes.

Nesta rede você tem acesso a muitos conteúdos profissionais e pode encontrar vagas no mercado em que você se encaixe.

Além disso, essa rede pode servir para outras coisas, como a prospecção de possíveis clientes ou parceiros comerciais para seu negócio.

Nesta rede existe uma ferramenta de vendas chamada Sales Navigator que possibilita a busca por novos leads, utilizando de várias estratégias de segmentação e filtros.

Esses filtros possibilitam o acesso a um perfil bem específico e um lead muito mais qualificado, isso com base em alguns critérios que são selecionados, como a localização, o setor ou até mesmo o cargo.

Desta forma, você tem acesso às pessoas certas em pouco tempo e com muito mais facilidade. Continue lendo para conhecer um pouco mais essa ferramenta de vendas e as vantagens de sua utilização.

Como funciona o LinkedIn Sales Navigator?

Antes de qualquer coisa, tenha muito bem definida a sua persona. Esse é o seu primeiro passo para se comunicar com as pessoas certas, somente desta forma você conseguirá segmentar sua comunicação de forma correta, falando com as pessoas certas.

Depois de identificar o gênero, a localização, o cargo, a idade e demais características em que sua persona se enquadra, desenvolva suas listas com a ajuda do LinkedIn Sales Navigator.

A partir daí, você pode fazer o seu primeiro contato através do InMail, seguir, se conectar ou entrar em contato de alguma outra forma, como por SMS ou telefonema. Lembre-se de não ser tão intrusivo e afastar este contato.Como utilizá-lo?

Para começar a utilizar o LinkedIn Sales Navigator, antes de qualquer coisa, preencha um formulário no site para fazer uma demonstração gratuita.

Após esse primeiro mês de demonstração gratuita, é iniciado um pagamento, que é a partir de R$ 239,99 por mês e é cobrado anualmente.

Após prospectar os leads, você precisará descobrir os contatos e organizá-los em seu CRM, seja em um arquivo de Excel, drive, ou outra forma de tratar essas informações.

Vantagens do LinkedIn Sales Navigator

São muitas as vantagens de se utilizar o LinkedIn Sales Navigator, uma dessas vantagens é dar sugestões personalizadas para a empresa em questão, o que proporciona os leads mais qualificados, a prospecção de vendas no LinkedIn mais inteligentes, tudo isso de acordo com as suas preferência e histórico de clientes em potencial.

Para te ajudar a entender um pouco mais o que o LinkedIn Sales Navigator pode fazer pelo seu negócio, listamos algumas das vantagens que essa ferramenta de vendas pode trazer para o seu negócio, confira!

  • Ideal para segmentos B2B;
  • Oferece serviço completo de mensagens e notificações;
  • Traz diferentes funcionalidades que ajudam a melhorar a apresentação do seu produto ou serviço;
  • Busca inteligente com diversos filtros que te ajudam a encontrar potenciais leads;
  • Transforma sua conta em uma verdadeira máquina de vendas no LinkedIn e relacionamento com o cliente;
  • Reúne todas as informações relevantes para possíveis tomadas de decisões;
  • Possui uma página para exibir seu perfil de forma mais atrativa.

A ferramenta traz também um menu muito rico, onde você encontra uma barra de busca, um feed com todos os clientes em potencial, empresas salvas e sugeridas, a caixa de mensagem e uma listagem com os potenciais clientes com filtros.

InMail

O InMail é outra ferramenta do LinkedIn Sales Navigator que pode ajudar bastante o seu negócio na etapa de relacionamento com seus potenciais leads. O InMail permite que você envie e-mails personalizados até mesmo para contatos desconhecidos.

É claro que dessa forma poderá obter resultados a longo prazo, mas é uma possibilidade de extrema relevância para a empresa que quer aumentar a cartela de clientes e expandir o nome da marca.

A partir do momento em que sua empresa conseguiu construir uma relação com o cliente em potencial, aí sim chega o momento de vender no LinkedIn. E aí as chances de fechar negócio serão maiores.

Quanto custa a ferramenta?

Existem três tipos de contas para atender às necessidades específicas de cada empresa, são elas Professional, Team e Enterprise, cada uma das opções com benefícios específicos.

LinkedIn Sales Navigator

Saiba mais sobre os planos, seus benefícios e preços exatos do LinkedIn Sales Navigator aqui.

Principais recursos do linkedin sales navigator

O LinkedIn Sales Navigator dispõe de muitas vantagens para profissionais e empresas que querem fazer negócios na rede social. Confira, a seguir, alguns dos principais recursos da ferramenta:

Integração com softwares de CRM

O LinkedIn Sales Navigator permite a integração entre a base de contatos do LinkedIn e os contatos cadastrados em seu CRM. Dessa forma é possível adquirir informações relevantes para o negócio com muita facilidade, isso do Sales Navigator para o software de relacionamento, ou vice e versa.

Busca Avançada

Com esse recurso é possível realizar uma pesquisa avançada de potenciais clientes no LinkedIn. A busca avançada possibilita criar múltiplos filtros que incluem empresas, áreas, níveis de conhecimento, palavras-chave e muito mais. Desse modo, a segmentação fica ainda mais precisa e o profissional conta com maiores chances de encontrar quem ele busca e quem busca por ele.

Recomendações automáticas de leads

O LinkedIn Sales Navigator seleciona profissionais com mais chances de fazer negócios. A ferramenta identifica, com base nas atividades realizadas na rede social, os leads mais qualificados disponíveis. Desse modo é possível adicionar e interagir com as pessoas certas.

Mudanças internas

Com a ferramenta de vendas você pode monitorar as mudanças que ocorrem dentro de empresas em que seu público está. Informações como demissões, promoções, mudanças de setor, entre outras.

Identificação de visitantes

Essa funcionalidade da ferramenta mostra quem visitou o seu perfil nos últimos meses e permite que você busque manter interações com pessoas que já tenham uma intenção, mesmo que mínima, de fazer negócios.

Gerenciamento de funil

O gerenciamento de funil serve para facilitar a vida de vendedores e gerentes, que podem acompanhar detalhadamente cada oportunidade dentro do funil. Com essas informações é possível identificar onde o lead está no funil e o quão longe ele está de fechar negócio.

Extensão para gmail

Além de todos os benefícios já citados, ainda existe um plugin Sales Navigator Lite para Gmail, que trata-se de uma versão gratuita, porém, com menos recursos que a tradicional. De acordo com o LinkedIn, o objetivo dessa funcionalidade é oferecer uma alternativa sem custos para poder experimentar a ferramenta no e-mail do Google.

O Sales Navigator para Gmail permite que o usuário tenha acesso a diversos dados de perfis do LinkedIn de seus contatos, leads e possíveis clientes no próprio Gmail. O que torna possível o uso dessas informações ao realizar um contato e salvar contatos no Sales Navigator sem ser necessário sair do Gmail.

Entendendo o Lead Builder

O Lead Builder (construtor de lead) é considerada a ferramenta principal do Sales Navigator, com essa funcionalidade é possível realizar a já citada busca avançada. Por meio do Lead Builder é possível filtrar contatos com base em informações do perfil.

Essas informações podem ser:

  • palavras-chave;
  • empresa;
  • cargo;
  • amigos em comum no LinkedIn;
  • localização;
  • distância;
  • setor de trabalho;
  • tamanho da empresa, entre outros.

Essas opções ajudam a refinar seus anúncios, tornando-os muito mais eficazes. Com essa funcionalidade é bem mais fácil analisar quais são os interesses e necessidades de seu público a qualquer momento.

Como vender mais com LinkedIn Sales Navigator?

Confira agora algumas dicas que listamos para que você aproveite melhor o LinkedIn Sales Navigator e venda mais com a ferramenta:

1. Mantenha o seu perfil atualizado

Para dar mais confiança a seus clientes em potencial, mantenha seu perfil sempre atualizado. É por meio do perfil que os usuários têm a primeira impressão sobre o profissional e sua empresa.

2. Organize os leads

Organize os leads por categorias, isso pode ser feito através de tags e notas. Essa organização ajuda a manter o controle das negociações e evita dores de cabeça. Sem contar que ao detalhar bem os clientes nas tags, você conseguirá se lembrar mais facilmente das informações que são relevantes para usar durante as abordagens de vendas no LinkedIn.

3. Use os filtros avançados

Através dos filtros avançados da ferramenta é possível encontrar leads qualificados para produtos e serviços específicos. Esses filtros contam com funções que ajudam na busca pelo cliente ideal.

Conclusão

Agora que você já conhece tudo sobre o Sales Navigator é hora de começar a inserir essa estratégia em suas ações de Marketing Digital.

O LinkedIn Sales Navigator é uma ferramenta de vendas indispensável para empresas que desejam melhorar sua maneira de prospectar clientes de uma forma ágil e eficiente.

Espero que este conteúdo tenha lhe ajudado a conhecer melhor o LinkedIn Sales Navigator, seus benefícios e sua utilização. Caso ainda tenha dúvidas, entre em contato conosco.

Até a próxima! 

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Native Ads: Saiba o que é e como planejar a sua campanha de anúncios nativos

Native Ads

Existem diversas formas de fazer a divulgação de produtos na internet, você pode fazer anúncios pelo Facebook, pelo Google AdWords, Pinterest, Twitter, Snapchat, Youtube Ads, dentre muitas outras plataformas que permitem divulgação e que podem garantir um melhor ou pior resultado dependendo de muitas variáveis.

Uma das formas que vem cada vez mais se destacando e trazendo ótimos resultados, são as plataformas de Native Ads. Que basicamente se trata de um anúncio nativo ou publicidade nativa como o próprio nome sugere.
Continue lendo para entender um pouco mais o que é Native Ads e como funciona.

O que é Native Ads?

Provavelmente você já foi atingido por uma Native Ad, que também é conhecido como anúncio nativo.

Em algum momento você estava navegando pela internet, acessando algum tipo de conteúdo e no fim, foi surpreendido por um novo material, que de certa forma é complementar a aquilo que acabou de acessar.

Ao clicar, você vai para mais um conteúdo. Se você já passou por isso. De certa forma, você sabe o que é uma campanha de publicidade nativa.

Esses anúncios são baseados com relação a um conhecimento relevante para o leitor. Normalmente aparecem em blogs, sites de notícias ou no feed de redes sociais variadas.

A ideia é que a publicidade esteja relacionada aos elementos da página, para que a mesma seja uma parte integrante da página, sem incomodar a navegação do usuário.

Imagine que você está pensando em trocar sua máquina de lavar, após procurar, você encontra um conteúdo sobre tudo que você precisa saber antes de comprar sua nova máquina.

Até aí tudo normal, até que no final da leitura, você dá de cara com outro conteúdo, como as 5 melhores máquinas de lavar.

Basicamente é isso, esse tipo de estratégia pode ser aplicado por diversos tipos de empresa que desejam anunciar seus produtos ou serviços de forma menos agressiva e efetiva.

Ferramentas

No mercado já existem algumas ferramentas para que você possa utilizar e explorar os benefícios do native ads, dentre as principais estão Taboola e Outbrain.

Taboola

O Taboola é um programa de afiliados que permite que blogs ou sites criem uma maneira de monetizar seus espaços.

Ele consegue colocar dentro dessas páginas os conteúdos de anúncios criados.Mas o que faz essa ferramenta ser uma referência em anúncios nativos é seu poder de colocar a publicidade certa nas páginas mais relevantes.

Depois de se cadastrar, a plataforma fará uma busca pelas páginas que apresentam maior relevância ao seu assunto, direcionando os conteúdos. Dessa forma, quando alguém clicar no material, será direcionado ao seu site.

Outbrain

O Outbrain é uma ótima ferramenta para criar as campanhas de publicidade nativa, que se destaca principalmente pelo seu grande alcance.

A plataforma trabalha com inúmeras marcas para hospedar os anúncios, o que garante um ótimo fluxo de visitantes de forma bem rápida.

Além do mais, para garantir a relevância do conteúdo dentro das páginas, a plataforma conta com um sistema de análise de sinergia para escolher os canais mais interessantes para cada caso.

Através dessas ferramentas, você poderá direcionar seus conteúdos para o público alvo correto, aumentando as visitas do seu site.

Como planejar seus Native Ads?

O native ads é uma excelente forma de impactar os usuários que estão em uma fase de descobrimento, ou seja, navegando por uma notícia, reportagem ou matéria.

Por isso, o foco da sua mensagem precisa ser direcionado para esse estágio da jornada de compra. Agora que você já conhece os Native Ads, continue lendo e confira como planejar e executar o seu anúncio nativo.

Defina o seu público-alvo

Primeiramente, para as campanhas de Native Ads, assim como para outras estratégias de divulgação da marca, é fundamental você ter bem claro em sua mente qual o seu público-alvo, saber quem é, o que busca, o que consome etc.

As informações devem ser usadas para planejar todos os detalhes de seu anúncio, desde a linguagem ideal até o conteúdo em si.

Para isso, conheça o seu público em potencial e se há características em comum, como a faixa etária, a localização, os gostos, o nível de escolaridade, a linguagem e gênero.

Tenha bem claro também quais são as dificuldades e os objetivos de seu público, dessa forma fica mais fácil elaborar a sua campanha.

A criação de uma persona, que é a personificação do seu cliente ideal, é bastante recomendada para que cada investimento apresente um melhor retorno.

Busque temas mais relevantes

O que o seu público quer saber? É preciso saber quais as informações realmente relevantes para seu público-alvo, que solucionem realmente s questão que o levou a busca. A partir disso, os seus conteúdos serão produzidos e serão efetivos.

Você pode produzir o melhor conteúdo, com ótimos textos, ótimas imagens, mas se seu conteúdo não solucionar um problema de alguém, os seus resultados serão frustrantes.

Para evitar isso, faça boas pesquisas, busque saber os assuntos mais interessantes e relevantes para o público, de que forma eles podem se encaixar nas páginas específicas, isso de forma complementar ao conteúdo.

Conheça os canais de comunicação certos

As campanhas de publicidade nativa pode ser posicionada em diferentes canais, como sites de notícias, blogs ou até mesmo nas redes sociais. O que dá muitas opções de onde aplicar seu anúncio.

Para que você realmente consiga atrair as pessoas certas para a sua marca, deve saber as fontes utilizadas pelos alvos na busca de informações e, assim, criar os anúncios nas plataformas certas. Esteja onde o seu público está.

Quais as vantagens dessa estratégia?

Existem muitas vantagens na utilização do Native Ads, como gerar uma agradável experiência ao consumidor, que é uma das principais características desse tipo de anúncio, a boa experiência que ele gera ao usuário.

Não é uma simples promoção de preços ou demonstração de produtos, você está investindo no compartilhamento de informações relevantes, ou seja, resolvendo “problemas”.

O usuário não se sente obrigado a visualizar o seu anúncio e adquirir o que ele oferece. Ele pode simplesmente consumir o conteúdo anunciado e fechar a página, se assim quiser.

Com o Native Ads você consegue também atrair novos visitantes ao seu site ou blog. A campanha de publicidade nativa é capaz de gerar visitantes que até então não conheciam a marca, o que possibilita muitos fechamentos de negócios.

Os native ads também podem ser criados usando uma segmentação do público, e isso torna a estratégia ainda mais efetiva, pois você direciona o seu investimento para quem pode realmente vir a ser um cliente.

Com o Native Ads, se tem também uma alta taxa de aceitação por parte do público, o usuário já está engajado no conteúdo da página. A diferença é que ele vai acessar um material complementar, o que faz com que a aceitação do anúncio se torne maior do que em outros casos.

Os native ads são uma estratégia muito importante e de bastante relevância para a divulgação de sua empresa ou marca. Essa técnica permite gerar ótimas experiências aos usuários, gerando um fluxo maior.

O público está cada vez mais exigente e nós estamos em uma fase em que todos valorizam muito as experiências. Por isso, as empresas precisam investir cada vez mais em estudos relacionados às tendências de publicidade e marketing, criando os melhores materiais, direcionando aos usuários certos e no momento certo.

A campanha de publicidade nativa atua em conjunto com o marketing de conteúdo, o que faz com que esse tipo de anúncio tenha uma maior taxa de aceitação e traga ótimos resultados.
Agora é hora de colocar a mão na massa por em prática seu conhecimento sobre Native Ads. Espero que esse conteúdo tenha lhe ajudado.
Grande abraço e até a próxima!